Por que o TCE questiona a reavaliação
A pergunta clássica é "de onde saiu esse R$/m²?". Quando o valor vem de estimativa subjetiva, sem fonte, o controle interno e o TCE têm base para glosar. O valor precisa de origem rastreável.
O que torna a reavaliação defensável
Base de mensuração adequada (custo de reposição ou valor justo), preços ancorados em tabelas oficiais (IOPES/DER-ES, SINAPI), método declarado (NBR 14.653, IBAPE) e a memória de cálculo item a item.
Como a IA acelera sem perder rigor
A IA de visão reconhece o padrão construtivo e o estado de conservação por foto, ancora cada item no preço oficial e monta a composição por m². O técnico revisa e assina — a IA propõe, o técnico dispõe, o laudo prova.
Passo a passo
- Levantar os bens a reavaliar e a base de mensuração de cada um.
- Coletar evidência (fotos, área, características) do bem.
- Ancorar os itens em preços oficiais (IOPES/DER-ES/SINAPI).
- Montar a composição e aplicar depreciação (Ross-Heidecke, quando couber).
- Emitir o laudo com metodologia declarada e memória de cálculo.
- Registrar no PCASP e arquivar a evidência para auditoria.
Vídeo: Tecnologia na Avaliação de Bens Imóveis com IA

Perguntas frequentes
Como responder ao TCE sobre a origem do valor?
Com o laudo: ele traz a composição código por código, a tabela oficial usada, a metodologia (NBR 14.653/IBAPE) e o modelo de IA — a origem do R$/m² fica escrita.
Reavaliar todo o parque é inviável pelo custo?
O custo alto é o do laudo manual. Com IA, cada bem leva minutos de análise + revisão técnica, tornando a reavaliação em escala viável.
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