A dor que resolvemos
Vistoria de frota pública costuma terminar em prancheta: a irregularidade fica num relatório que ninguém lê, e o veículo com defeito grave continua rodando. Sem foto, data e responsável, o gestor também não tem como se defender no Tribunal de Contas.
Guia completo
O módulo de Vistoria de Frotas do PatriID leva a inspeção de veículos e máquinas para o celular do vistoriador e o resultado para o painel do gestor. A vistoria parte do bem já tombado no inventário, cada irregularidade é registrada com foto e prioridade, e a regra de interdição roda no servidor, igual no app e na web.
Do inventário à vistoria
A inspeção é aberta a partir do bem que já está no cadastro patrimonial: placa ou número de série, tipo de veículo, tipo de vistoria, responsável, data e km/horímetro. Assim, cada vistoria entra no histórico do próprio bem, e a vistoria de transferência acompanha a mudança de responsável ou de lotação.
O que o vistoriador registra em campo
Cada achado vira um item com sistema, componente, irregularidade, gravidade, consequência, classificação MCASP, nível de qualidade, urgência e recomendação, com a foto capturada pela câmera ou escolhida na galeria. O formulário muda sozinho conforme o tipo do bem: 15 sistemas para veículos e 12 para máquinas agrícolas.
Evidência que chega ao laudo
A foto de cada irregularidade é guardada íntegra no banco de dados e devolvida por um endereço próprio, o que permite ampliá-la no painel e imprimi-la no laudo. Excluir uma vistoria apaga junto os itens e as evidências dela, sem deixar registro órfão.
O que o gestor acompanha
No painel web, o gestor vê o total de vistorias, as em andamento, concluídas, fora de serviço e aguardando laudo e os itens críticos, com o histórico de todas as vistorias de cada veículo e a foto ampliada de cada irregularidade.
Passo a passo
- Selecionar no app o veículo ou a máquina já tombados.
- Escolher o tipo de vistoria e informar responsável, data e km/horímetro.
- Registrar cada irregularidade com foto, gravidade, urgência e recomendação.
- Salvar: um defeito de Prioridade 01 põe a vistoria em Fora de Serviço automaticamente.
- Acompanhar no painel as vistorias abertas, os itens críticos e o histórico do veículo.
Como funciona no PatriID
- A vistoria é aberta a partir do bem já inventariado: placa ou número de série, tipo de veículo, tipo de inspeção, responsável, data e km/horímetro.
- Cada achado vira um item com sistema, componente, irregularidade, gravidade, consequência, classificação MCASP, urgência e recomendação, com a foto de evidência.
- Ao registrar um defeito de Prioridade 01, uma regra no servidor muda o status da vistoria para Fora de Serviço, conforme o CTB Art. 104 §1º, no app e na web.
- O gestor acompanha a frota pelo dashboard: em andamento, concluídas, fora de serviço, aguardando laudo e itens críticos, com histórico por veículo.
O que a ferramenta entrega
- Vistoria vinculada ao tombamento patrimonial
- Cinco tipos: preventiva, corretiva, periódica, transferência e ISV
- Formulário com 15 sistemas veiculares ou 12 agrícolas
- Foto de evidência por irregularidade
- Interdição automática por Prioridade 01
- Histórico por veículo e painel da frota
Vídeo: PatriID · Vistoria de Frotas — FAQ
Fundamentação técnica
CTB Art. 104 §1º · Resolução CONTRAN 315/2009 · Resolução SENATRAN 809/2020 · PROCONVE/PROMOT · ABNT NBR 14996:2003 · NR-12 · NR-31 · MCASP · NBR 14653-1/5.
Perguntas frequentes
O que acontece quando uma irregularidade é classificada como Prioridade 01?
É um defeito crítico, com risco imediato de acidente. Ao salvar o item, uma regra no servidor altera o status da vistoria para Fora de Serviço e o painel sinaliza em vermelho: o veículo deve sair de circulação, como exige o CTB Art. 104 §1º.
Quais são os prazos de correção de cada prioridade?
Prioridade 01 (defeito crítico): imediato, com o veículo recolhido. Prioridade 02 (defeito funcional): até 30 dias. Prioridade 03 (defeito leve, estético ou preventivo): na próxima revisão programada.
A vistoria de uma máquina agrícola é diferente da de um caminhão?
Sim, e o formulário muda sozinho. Para bens agrícolas aparecem 12 sistemas próprios, como hidráulico, TDP/PTO, plataforma de corte e barra de pulverização; para os demais, os 15 sistemas veiculares, de freios e suspensão a quinta roda e engate.
Quais tipos de vistoria o sistema oferece?
Cinco: preventiva, para antecipar desgaste; corretiva, após identificar um problema; periódica, por prazo ou quilometragem/horímetro; transferência, quando muda o responsável ou a lotação; e ISV, a Inspeção de Segurança Veicular da Resolução CONTRAN 315/2009.
Para que serve a classificação MCASP de anomalia?
Registra a causa raiz do defeito, não só o sintoma: anomalia funcional, exógena, endógena ou natural, ou falha de planejamento, execução, operação ou gerência. É o que transforma um histórico de consertos em diagnóstico de gestão da frota.
Quais recomendações de ação existem depois da vistoria?
Sete, da mais leve à mais drástica: revisão/diagnóstico, regulagem/ajuste, tratamento, reparo, recuperação, troca do componente e sucateamento, quando o veículo já é inviável economicamente.
Guia sobre o tema
Para o passo a passo e as normas, leia o guia Como fazer a vistoria da frota pública: CTB, prioridades e interdição.
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